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Curiosidades do Cinecríticas Edição nº 3!

Aldo Alves

Depois de um longo tempo, chega mais uma edição das curiosidade do Cinecríticas!

Os filmes que já passaram por aqui revelam segredos bastante interessantes!

Para ler a resenha de cada filme, bem como o trailer e as informações técnicas, basta clicar no título:

Licença Para Casar: Os parentes de Ben Murphy são também parentes de John Krasinski, intérprete do personagem.

Paranóia: Durante as filmagens David Morse não disse uma única palavra a Shia LaBeouf ou a qualquer dos atores adolescentes. Inclusive ao rodar uma cena com Shia LaBeouf, David Morse bateu a mão com força na parede, quebrando 3 dedos.

A Hora do Rush 3: A equipe de produção fez um acordo em que seria pago US$ 20 a cada vez que um celular tocasse durante as filmagens. A quantia arrecadada foi doada a uma instituição de caridade.

Sonhando Alto: Apesar da história ser inteiramente situada no Texas, as filmagens ocorreram em Santa Fé, no estado americano do Novo México.

Candidato Aloprado: Robin Williams declarou que para compôr o personagem Tom Dobbs se baseou em seus próprios show de stand-up comedy e no apresentador Jay Leno.

Agradecimentos ao site AdoroCinema.

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Abraços!

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Herói (”Hero Wanted”, EUA, 2008)

Aldo Alves

Chega a ser engraçado ver na capa do DVD (aqui) as costas do mocinho do tamanho de um trator, porém quando vemos o filme, vemos as verdadeiras costas do Cuba Gooding Jr. (“Norbit”) bem mais finas e com tatuagens e marcas de queimado. Daí já se sabe a picaretagem que está por vir.

Não que a trama deixe de despertar interesse: ele é um lixeiro que há anos atrás salvou uma garotinha de um acidente e virou herói daquela cidade. Muito tempo depois com tudo esquecido, ele tem a chance de pegar uma gangue que assaltou o banco onde ele estava. Porém alguns segredos perversos serão revelados até seu desfecho.

Nada demais. E é rápido que se descobre o que está acontecendo de verdade. Até poderia ser um bom passatempo de ação se não fossem clichês tão medonhos quanto frases em biscoito da sorte. Não chega a ser ruim de verdade, mas não é a toa que Cuba Gooding Jr. Já vem descendo ladeira há algum tempo.

Nota 4,5


Ficha Técnica

Elenco:
Cuba Gooding, Jr.
Ray Liotta
Norman Reedus
Tommy Flanagan
Christa Campbell
Kim Coates
Ben Cross

Direção:
Brian Smrz

Produção:
Danny Lerner
Johnny Martin
David Ornston
Richard Salvatore
Les Weldon

Fotografia:
Larry Blanford

Trilha Sonora:
Kenneth Burgomaster

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Meu Nome é Taylor, Drillbit Taylor (”Drillbit Taylor”, EUA, 2008) ***NOS CINEMAS***

Aldo Alves

Com um os títulos brasileiros mais idiotas do ano, fazendo alusão a 007, essa comédia rasteira nos traz Owen Wilson (”Viagem a Darjeeling“) como um mendigo que se faz passar por guarda costas de três crianças constantemente agredidas por dois garotos maiores de seu colégio.

Wilson é sempre garantia de umas boas risadas e as crianças têm um ótimo timing pra comédia, porém o roteiro nunca decola e ainda tem buracos monumentais, como é o caso dos garotos maiores terem as mesmas aulas que as crianças. Um deles, inclusive tem 18 anos. Será que ele tão burro pra repetir pelo menos quatro vezes?

Também tem a professora ninfomaníaca e os amigos mendigos do protagonista que fazem o leque de personagens absurdos e dispensáveis. Parece que Wilson já começa a fazer comédias em escala industrial, achando que sua persona e suficiente para dar qualidade a um roteiro sem nenhuma. Enganou-se.

Nota 5


Ficha Técnica

Elenco:
Owen Wilson
Leslie Mann
Nate Hartley
Troy Gentile
David Dorfman

Direção:
Steven Brill

Produção:
Judd Apatow
Susan Arnold
Donna Arkoff Roth

Fotografia:
Fred Murphy

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Comédia
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O Suspeito (”Rendition”, EUA / África do Sul, 2007)

Aldo Alves

Todos os dias dezenas de mulçumanos, israelenses, afegãos, iraquianos e árabes, a grande maioria inocente, morrem no Oriente Médio. Ninguém faz nada e acabam virando estatística. Basta um único americano morrer, que há um estardalhaço e uma forte – muitas vezes injusta – retaliação dos EUA. E é sobre isso que trata este suspense: um egípcio radicado nos EUA (Omar Metwally de “Munique“) é preso quando voltava da África do Sul e é levado a um país no Oriente Médio para ser interrogado por meio de tortura sem que ninguém saiba (somente a CIA, é claro), pois se desconfia que ele possa estar envolvido num ataque terrorista que matou o tal americano (e dezenas de nativos). Isso desperta o desespero de sua esposa (Reese Witherspoon de “Johnny & June“) a qual tenta chegar ao alto escalão de Washington para descobrir seu paradeiro.

Em meio a toda tortura, o maior suspense da produção ronda em saber se o tal suspeito, o qual é torturado ininterruptamente, é ou não culpado pelo envolvimento no tal atentado. Para isso foi bem escolhido o personagem de Jake Gyllenhaal (”Zodíaco“) que, no papel de agente participante dos interrogatórios é um dos mais humanos dos personagens e com o qual o público se identificará.

Focando em várias frentes diferentes durante a projeção – a esposa, o suspeito, a CIA, o agente – ainda há uma interessante trama análoga à paixão de “Romeu e Julieta” que, sem o público saber, vai se tornando o coração da narrativa. E quem for esperto descobrirá a grande sacada do final.

Com uma direção firme, atuações sólidas, mesmo com alguns clichês do gênero, não só merece ser assistido, como ainda tem extras ótimos. Entre eles o obrigatório documentário “Ilegal” sobre a tortura e hipocrisia dos EUA, além de um longo making off. Recomendado!

Nota 7,5


Ficha Técnica

Elenco:
Reese Whiterspoon
Omar Metwally
Jake Gyllenhaal
Moa Khouas
Zineb Oukach
Yigal Naor
J.K. Simmons
Meryl Streep
Bob Gunton
Peter Sarsgaard
Alan Arkin

Direção:
Gavin Hood

Produção:
Steve Golin
David Kanter
Keith Redmon
Michael Sugar
Marcus Viscindi

Fotografia:
Dion Beebe

Trilha Sonora:
Paul Hepker
Mark Kilian

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Drama, Suspense
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Hitman (EUA / França, 2007)

Aldo Alves

Baseado no jogo de vídeo-game homônimo, não traz muito de original. A velha história do melhor de sua turma (no caso, de assassinos profissionais), conhecido como Agente 47 (Timothy Olyphant de “Duro de Matar 4.0“) ser traído pela sua própria organização e perseguido pela polícia é manjada.

Pra contrabalançar, o diretor Xavier Gens (do ainda inédito “Frontière(s)“) caprichou no visual e, principalmente na matança desenfreada não poupando a platéia da violência explícita, muito em falta nos padrões Hollywoodianos. O visual baseado no game é constante, mas sem virar um clone do jogo e Olyphant não fraqueja e nos entrega um personagem crível (na medida do possível) e desprendido de clichês.

Tão bom quanto assistir ao filme é ver os extras do DVD, com especial sobre making off, engraçadíssimos erros de gravação – o ator Dougray Scott de “A Criatura Perfeita” e que interpreta o inspetor designado para pegar o protagonista é simplesmente hilário – e interessantes featurettes. Pode transformar um fim de semana numa boa sessão de DVD.

Nota 6,5


Ficha Técnica

Elenco:
Timothy Olyphant
Dougray Scott
Olga Kurylenko
Robert Knepper
Ulrich Thomsen

Direção:
Xavier Gens

Produção:
Adrian Askarieh
Luc Besson
Chuck Gordon
Pierre-Ange Le Pogam

Fotografia:
Laurent Barès

Trilha Sonora:
Geoff Zanelli

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Prisioneiro da Morte (”The Deaths of Ian Stone”, EUA, 2007)

Aldo Alves

Oito em cada dez ótimas idéias para um filme se perdem devido a um roteiro mal desenvolvido. É justamente esse o caso: o jovem Ian Stone (Mike Voguel de “Cloverfield – Monstro“) descobre estar sendo perseguido por algo sobrenatural e quando é morto, acorda em outra vida e desmemoriado, isto é, ele continua sendo Ian, mas com outra profissão, casa, namorada, etc. Ele fica morrendo e passando de uma vida pra outra até descobrir o que realmente acontece com ele.

Infelizmente cada vez que o quebra cabeças se monta pior vai ficando o roteiro, chegando a uma das conclusões mais estúpidas do planeta. Várias tramas são jogadas na tela e depois somem sem deixar vestígios: o melhor exemplo é a trama de uma determinada perseguição para descobrir o segredo de como um demônio consegue matar outro. Pouco depois eles começam a se matar tranquilamente.

O que começa como suspense e terror, terminar como o publico dando risada. Pelo menos os efeitos especiais não deixam a desejar sendo cuidados pelo mago Stan Winston, responsável por efeitos visuais dos mais diversos filmes, de “Exterminador do Futuro” a “Predador“. Vale só uma olhada.

Nota 5,5


Ficha Técnica

Elenco:
Mike Vogel
Jaime Murray
Christina Cole
Michael Feast

Direção:
Dario Piana

Produção:
Brian J. Gilbert
Ralph Kamp
Stan Winston

Fotografia:
Stefano Morcaldo

Trilha Sonora:
Elia Cmiral

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Suspense, Terror
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