CineCríticas

Críticas, informações, fotos, trailers e bilheterias, artistas, diretores, cinema, DVD
  • rss
  • Home
  • Sobre o site
  • Anuncie no Cinecríticas

Mulheres – O Sexo Forte (”The Women”, EUA, 2008) ***NOS CINEMAS***

Aldo Alves

O Professor Pasquale deve estar se coçando, já que sexo só tem o masculino e feminino. Não existe o sexo mulher. Por aí os temores se confirmam: esta produção nada mais é que uma tentativa meio frustrada de fazer um clone de “Sex and The City“, inclusive com diálogos e tiradas praticamente chupados da série. E isso porque ele na verdade é uma refilmagem de “As Mulheres” de 1939 dirigido por George Cukor (”E O Vento Levou“).

Indo ao que interessa, um grupo de amigas, inclusive uma sendo editora de uma revista (alô Carrie Bradshaw???) se une depois de descobrirem que uma delas está sendo traída depois de tantos anos de casada. Sendo bem pior que a série de Sarah Jessika Parker, apenas se resume em alguns esquetes bem humorados e outros nem tanto.

Seu roteiro força a barra diversas vezes só para tentar arrancar diálogos que soam artificiais, como a ida da protagonista a um SPA. E falando em protagonista, o que um botox não faz. Meg Ryan continua com aquela boca de maracujá que machuca os olhos de quem a viu linda em tantas produções como “Harry e Sally – Feitos Um Para o Outro“.

Ok, essa comédia tem seus bons momentos e as mulheres até podem se identificar em muitas partes (por sinal, seus primeiros segundos são hilários). E uma curiosidade: não há homens no filme! Mas no fim das contas apenas temos todos os velhos clichês das comédias de relacionamento reciclados de forma descuidada. É mais do mesmo.

Cotação: ★★☆☆☆


Ficha Técnica

Elenco:
Meg Ryan
Annette Bening
Eva Mendes
Debra Messing
Jada Pinkett Smith
Bette Midler
Candice Bergen
Carrie Fisher
India Ennenga

Direção:
Diane English

Produção:
Diane English
Mick Jagger
Victoria Pearman

Fotografia:
Anastas N. Michos

Trilha Sonora:
Mark Isham

Comentários
Seja o primeiro a comentar »
Categorias
Comédia
RSS dos comentários rss RSS dos comentários
Trackback Trackback

Controle Absoluto (”Eagle Eye”, EUA, 2008) ***NOS CINEMAS***

Aldo Alves

Geralmente, filmes que ultrapassam a linha do absurdo ao qual seu escopo se propõe, de forma tão gritante como este, tendem a ser ruins. Vide desastres como “Con Air” e “Bad Boys 2“. Só que de alguma forma este parece ser bastante eficiente e vai deixar o público com um baita sorriso de missão cumprida ao sair do cinema. Porque será?

Bem, Shia Labeouf (o filho de Indiana Jones) é um reles funcionário de um loja que, após a morte acidental de seu irmão gêmeo, volta pra seu apartamento e se depara com várias caixas de armamento pesado. Nesse momento, seu celular toca e uma voz feminina começa a dizer o que fazer e, caso desobedeça a pena é a morte. Mais tarde ele encontrará a personagem de Michelle Monaghan (”O Melhor Amigo da Noiva“) que também está na mesma situação, só que com seu filho seqüestrado. Então eles devem passar por incríveis perseguições, sendo que essa tal voz misteriosa consegue vê-los onde quer que estejam e tem total controle sobre tudo o que é eletrônico, desde celulares, até trens, semáforos, câmeras de vigilância, guindastes automáticos, etc.

Nessa hora era pro público estar deixando o cinema com raiva de tantas mentiras. Mas o que acontece é o contrário. E por dois ótimos motivos: primeiro que o diretor D.J. Caruso, o qual trabalhou com Labeouf em “Paranóia“, entrega uma ação tão ininterrupta e provoca uma tensão tão grande que as fortes doses de absurdos são relevadas para que o público possa saber como tudo termina. Aliás, o ritmo elétrico imposto por Caruso parece ser a força motriz da produção.

Agora talvez o mais importante para engolirmos tudo isso, é porque nos identificamos com o protagonista: afinal de contas, ele também acha sua situação absurda; ele também não acredita no que seus olhos vêem. Em determinado momento ele fala: “Depois de tudo que aconteceu, é bem provável que eles consigam até transformar um trem num queijo suíço“. Então a luta da platéia passa a ser a mesma da nossa dupla de heróis, que é desvendar o que há por trás desse absurdo. E aí é que está a grande sacada para “Controle Absoluto” subir mais um degrau acima da média das demais produções desse estilo. Sem dúvida, é o filme de ação do mês.

Cotação: ★★★½☆


Ficha Técnica

Elenco:
Shia LaBeouf
Michelle Monaghan
Rosario Dawson
Michael Chiklis
Anthony Mackie
Billy Bob Thornton

Direção:
D.J. Caruso

Produção:
Patrick Crowley
Alex Kurtzman
Roberto Orci

Fotografia:
Dariusz Wolski

Trilha Sonora:
Brian Tyler

Comentários
Seja o primeiro a comentar »
Categorias
Ação
RSS dos comentários rss RSS dos comentários
Trackback Trackback

Hell Ride (EUA, 2008) ***INÉDITO NO BRASIL***

Aldo Alves

Quentin Tarantino gosta de apoiar filmes – como produtor executivo – que tragam o seu estilo. E esse daqui tem tudo a ver: desde a trilha sonora, passando pelos movimentos de câmera e referências ao western spaghetti de Sergio Leone, Hell Ride só não tem um roteiro que presta, muito menos os diálogos pop do mestre Tarantino.

É dirigido pelo também protagonista Larry Bishop (”Kill Bill Vol. 2“, o qual é o líder de uma gangue de motoqueiros que se mete numa briga com outra gangue por conta de acontecimentos do passado. E, por incrível que pareça, é só. Há uma terrível alternância cronológica que tenta explicar o que aconteceu, mas não dá pra entender porque a tal gangue rival só voltou à ativa depois de 32 anos. Pior que isso é procurar o sentido das cenas, pois mais parecem esquetes separados sem nenhuma ligação a não ser com os mesmos personagens.

No mais, apenas reveza entre muitas mulheres peladas (uma atração que os machos devem curtir), diálogos sofríveis e pelo menos um destaque para o companheiro habitual de Tarantino Michael Madsen (também de “Kill Bill“), dono dos melhores diálogos. A impressão que dá é que o diretor Larry Bishop só fez Hell Ride por causa das mulheres. Ele pegou pelo menos umas cinco. Mas o espectador não pega nem gripe.

Cotação: ★½☆☆☆


Ficha Técnica

Elenco:
Larry Bishop
Michael Madsen
Eric Balfour
Dennis Hopper
Vinnie Jones
David Carradine
Leonor Varela

Direção:
Larry Bishop

Produção:
Shana Stein
Michael Steinberg

Fotografia:
Scott Kevan

Trilha Sonora:
Daniele Luppi

Comentários
Seja o primeiro a comentar »
Categorias
Ação
RSS dos comentários rss RSS dos comentários
Trackback Trackback

O Sonho de Cassandra (”Cassandra’s Dream”, EUA / Inglaterra / França, 2007)

Aldo Alves

O diretor mais ativo das últimas décadas, Woody Allen, entrega um razoável thriller dramático sobre dois irmãos: um deles, interpretado por Ewan McCregor (”A Ilha“) tem ambições muito além da sua condição financeira, principalmente quando se apaixona por uma linda mulher de gostos caros; o outro – papel de Colin Farrell (”Alexandre“) – tem uma enorme dívida com agiotas e pode ter as pernas quebradas em breve. Para tentar solucionar esses problemas, eles recorrem a um tio rico (Tom Wilkinson de “Conduta de Risco“), o qual aceita, mas sob uma condição. E é essa condição que irá atormentá-los até o desfecho.

Desde o início, o filme tem aquele clima depressivo, já anunciando o destino que aguarda os personagens. Aqui parece que finalmente Colin Farrell consegue entregar uma atuação a altura como o instável e inseguro Terry e serve de contraponto perfeito para o irmão Ian. Porém ao contrário de outro drama do diretor, “Match Point – Ponto Final“, parece que Allen não teve muito tempo, dinheiro ou paciência para trabalhar melhor o roteiro. Com pouquíssimos diálogos brilhantes o filme termina de forma brusca e passa rápido por um dilema ainda maior do que o proposto pelo tio no primeiro ato. Para os fãs de Woody Allen, vai mais um presente. Para os demais, apenas uma obra mediana de sua carreira.

Cotação: ★★★☆☆


Ficha Técnica

Elenco:
Ewan McGregor
Colin Farrell
John Benfield
Clare Higgins
Ashley Madekwe
Andrew Howard
Tom Wilkinson
Philip Davis
Hayley Atwell
Sally Hawkins

Direção:
Woody Allen

Produção:
Letty Aronson
Stephen Tenenbaum
Gareth Wiley

Fotografia:
Vilmos Zsigmond

Trilha Sonora:
Philip Glass

Comentários
Seja o primeiro a comentar »
Categorias
Drama, Suspense
RSS dos comentários rss RSS dos comentários
Trackback Trackback

Nova enquete do Cinecríticas

Aldo Alves

A cada enquete do Cinecríticas, o número de votantes bate recorde!

E foi um mega sucesso a escolha da melhor saga de ação. Senhor dos Anéis foi o grande vencedor. Não é à toa que estamos fazendo a resenha da trilogia estendida. O resultado ficou assim:

Senhor dos Anéis: 26%
Piratas do Caribe: 19%
De Volta para o Futuro: 15%
Indiana Jones: 14%
Harry Potter: 12%
Star Wars: 11%
Parque dos Dinossauros: 4%

Nossa próxima enquete quer saber qual seu astro favorito de filmes de ação?

Desde o fim da década de 70, até por conta da Guerra Fria, Hollywood investiu bastante na persona de um guerreiro americano que sozinho conseguia destruir todos os inimigos. E determinados atores praticamente se eternizaram nesse tipo de papel.

Agora cabe a você escolher quem é o melhor!

Vamos aos candidatos:

Sylvester Stallone (62 anos) – Precursor do estilo de filme ‘exército de um homem só’, começou sua carreira em 1970 e, quem diria, fazendo um filme pornô conhecido no Brasil como “Garanhão Italiano”! Só ficou conhecido seis anos depois com o sucesso de Rocky, o qual escreveu e protagonizou. Daí, fez papéis memoráveis como Rambo e Stallone Cobra. Foi vivendo de bons filmes de ação, com destaque para “Daylight”, “Risco Total” e as continuações de “Rocky” e “Rambo”. Sua derrocada foi quando quis tentar comédias. “Oscar – Minha Filha Quer Casar” e “Pare Senão Mamãe Atira” foram fracassos tão retumbantes que, aos poucos, descarrilou sua carreira, chegando ao fundo do poço com “Pequenos Espiões 3D”. Ano passado deu a volta por cima com o ótimo “Rocky Balboa” e o fraco “Rambo 4″. Agora pretende ressuscitar mais uma série, “Desejo de Matar”, protagonizada originalmente pelo finado Charles Bronson.

Arnold Schwarzenegger (61 anos) – Ele também começou de modo estranho, como Mister Universo em 1970. Seu primeiro sucesso veio apenas 12 anos depois com “Conan – O Bárbaro”. E daí não parou mais, fazendo os sucessos “Exterminador do Futuro” e suas continuações, “Conan – O Destruidor”, “Predador” e um dos maiores exemplares do exército de um homem só, “Comando Para Matar”. Destaque também para “O Vingador do Futuro”, “O Sobrevivente” e “Inferno Vermelho”. Segurou bem as pontas até o fim da década de 90, inclusive com comédias razoáveis, até seus filmes perderem a qualidade gradativamente. Mas aí ele teve uma genial sacada: deu uma de Ronald Reagan e aproveitou a fama para se eleger governador da Califórnia, cargo que ocupa até hoje.

Chuck Norris (68 anos) – Chuck Norris não lê livros, ele os encara até conseguir toda a informação que precisa; Chuck Norris tem duas velocidades: andar e matar; Chuck Norris pode dividir por zero. Essas são apenas algumas “verdades” (vide www.chucknorris.com.br) de um dos astros de filmes de ação mais cultuados de todos os tempos. O ex-campeão de karatê começou no cinema no início da década de 70 e povoou o Corujão da Globo com filmes como “Jogo da Morte”, “Os Bons se Vestem de Negro”, “Fúria Silenciosa” e “McQuade – O Lobo Solitário”. Mas somente com “Bradock” e suas duas continuações e “Comando Delta” e sua inconfundível trilha sonora, ele estourou no Brasil. Depois passou a fazer séries para a TV americana e telefilmes. E o engraçado é que somente com o advento da Internet é que ele começou a ficar mundialmente cultuado pelo site Chuck Norris Facts e seu homônimo brasileiro já citado. Dizem que quem não votar nele vai receber um roundhouse kick!

Bruce Willis (53 anos) – O astro de “Duro de Matar” começou na TV, sendo o adorável canalha David Edison, o detetive e interesse amoroso de Maddie Hayes em “A Gata e o Rato”. Daí pra frente, seu nome foi sinônimo de sucesso garantido em qualquer gênero que se aventure. Vide suspenses como “O Sexto Sentido”, filmes de ficção como “O Quinto Elemento”, romances como “A História de Nós Dois”, dramas como “O Indomável” e “Alpha Dog”, comédias como “Encontro às Escuras” e o que ele melhor sabe fazer, os filmes de ação como “Refém”, “Sin City” e “16 Quadras”. Tudo bem que ele fez algumas bombas como “A Cor da Noite”, “Hudson Hawk – O Falcão está à Solta”, “Armagedon” e, mais recentemente, “A Estranha Perfeita”. Mesmo assim, o prestígio do moço continua em alta há mais de 20 anos.

Dolph Lundgren (49 anos) – O cara matou Appolo Creed, já foi o Justiceiro e até o He-Man! Além disso ganhou o M.A. no Stockholm’s Royal Institute of Technology E é membro vitalício do M.I.T. por conta de seu QI de gênio. Sim, todos esses méritos em áreas tão diferentes são de Lundgren, que chamou atenção como antagonista do Stallone em “Rocky 4″ e, além dos personagens já citados, ainda fez “Soldado Universal”, com Van Damme, e “Johnny Mnemonic”, com Keanu Reeves. Depois isso foi sumindo e até hoje faz filmes de quinta categoria lançados direto pra DVD.

Jean-Claude Van Damme (48 anos) – Duas coisas que ele fazia bem na juventude: lutar artes marciais e… dançar balé! E quase que ele segue a carreira de bailarino. Se fez a escolha certa, nunca vamos saber. Mas começou em filmes de artes marciais como “Retroceder Nunca, Render-se Jamais” e despontou com “Kickboxer”. Fez alguns poucos filmes mais interessantes como “Soldado Universal” e “Timecop”, mas aí se envolveu com drogas e viu sua carreira ir por água abaixo com filmes ruins e lançamentos diretos em DVD. Promete se reinventar com a comédia “JCVD” (as iniciais do nome dele) para o fim do ano onde vai satirizar a si próprio. Será?

Vin Diesel (41 anos) – Já na nova geração de atores brutamontes, ele talvez seja o último remanescente dos atores ‘exército de um homem só’. Apesar de ter aparecido no mega sucesso “O Resgate do Soldado Ryan”, só se destacou como Riddick na ficção de terror “Eclipse Mortal”e depois, como o vilão gente boa de “Velozes e Furiosos”, até despontar para o estrelato com “Triplo X”. Ficou revezando no gênero ação como “O Vingador” e “A Batalha de Riddick” e comédias bestas como “Operação Babá”. Está nos cinemas com “Missão Babilônia”.

Comentários
1 comentário »
Categorias
Notícias
RSS dos comentários rss RSS dos comentários
Trackback Trackback

Seed (EUA, 2007) ***INÉDITO NO BRASIL***

Aldo Alves

A idéia não era das piores: um serial killer sobrevive a sua execução e, enterrado vivo, volta para matar mais e se vingar de quem o prendeu. Mas quando o diretor é o picareta alemão Uwe Boll, (ir)responsável pelas péssimas adaptações de games “Alone in the Dark”, “House of the Dead” e “Bloodrayne”, não tem projeto que vingue.

Quis fazer um filme chocante, mas apenas colocou na introdução cenas reais de mau gosto de mau trato de animais (conseguidas com o PETA – órgão internacional de proteção de animais) e, quando é a hora de mostrar a que veio (a matança dos personagens), ele se acovarda e coloca cenas de violência de forma rápida e obscura.

É impressionante a falta de timing de Boll: ele perde um tempo valiosíssimo falando do passado do psicopata e do policial que o prendeu, interpretado por Michael Paré (lembram de “Ruas de Fogo”, clássico de aventura dos anos 80?). E depois, na hora da ação, ele simplesmente faz tudo a toque de caixa, sem nenhum suspense e acelerando o quanto pode para terminar tudo de forma besta e apressada, terminando com menos de 80 minutos de duração.

O único destaque dessa bomba é a ótima trilha sonora da estreante Jessica de Rodij, que parece ter captado o que é a essência do terror. Sem ela, Seed seria insuportável. Mas Boll é insuportável e deveria ser banido de fazer qualquer filme nesse planeta.

Cotação: ★☆☆☆☆

Importante: Parece que essa versão foi a que estreou nos cinemas e teve cortes por conta das partes mais violentas. Assim que conseguir assistir a versão unrated, volto para verificar se a resenha precisa de mudança.


Ficha Técnica

Elenco:
Michael Paré
Andrew Jackson
William Sanderson
Ralf Moeller

Direção:
Uwe Boll

Produção:
Dan Clarke
Shawn Williamson

Fotografia:
Mathias Neumann

Trilha Sonora:
Jessica De Rodij

Comentários
Seja o primeiro a comentar »
Categorias
Terror
RSS dos comentários rss RSS dos comentários
Trackback Trackback

« Posts anteriores

Categorias

Polls

Qual o melhor filme do 1º semestre de 2010?

Ver Resultados

Loading ... Loading ...
  • Arquivos

 

 Assine o RSS

Publicidade

Sites relacionados

  • AdoroCinema
  • Bazucah Produções
  • Bico do Corvo
  • Blog do Curare
  • Cinéfilos
  • Cinema com Rapadura
  • Filmes de Cinema
  • Fui ao Cinema e…
  • Jornal Diário do Pará
  • Movie
  • Movie You
  • Twitter do Cinecríticas
  • Twitter OqueMeDeixaPUT0
rss Comments rss valid xhtml 1.1 design by jide powered by Wordpress get firefox