Eu Odeio o Dia dos Namorados (“I Hate Valentine’s Day”, EUA, 2009) ***NOS CINEMAS***

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Há filmes que são verdadeiras celebrações. É o caso de “Casamento Grego“, uma celebração do amor e do matrimônio. Um dos poucos filmes onde praticamente não há conflitos. É alegria e romance do princípio ao fim. Nia Vardalos, protagonista deste e também comediante, resolveu escrever, dirigir e protagonizar outra celebração. Só que dessa vez, ela celebra o próprio filme “Casamento Grego“, trazendo para essa comédia romântica, o seu par e colega de atuação John Corbett. E não dá pra esconder que dá uma ótima sensação ler no cartaz ou ver no trailer que o casal de “Casamento Grego” está de volta.

Ela é Genevieve, uma dona de floricultura que não acredita em longos relacionamentos. Aliás, para ela um relacionamento não pode passar de cinco encontros. Ele é Greg e está abrindo um barzinho de petiscos (a piada Get on Tapas é ótima) e sempre é abandonado pelas namoradas. Quando ele concorda em sair com Genevieve apenas cinco vezes, ambos se apaixonam, mas não sabem lidar com a regra dos cinco encontros. Pelo menos aqui vemos um conflito, o qual deve ser resolvido da forma mais deliciosa que uma comédia romântica pode permitir.

Comediante veterana, Vardalos permeou sua produção com cenas engraçadíssimas (geralmente esquetes) e personagens propositalmente estereotipados para arrancar os risos da platéia. Corbett parece não ter mudado em nada e continua com aquela expressão de bonachão do bem.

Tudo é previsível com aqueles clichês básicos do gênero, mas com uma grande diferença: “Eu Odeio o Dia dos Namorados” é tão simpático que o público vai sair do cinema com aquele sentimento de missão cumprida. Não há nada melhor do que esse sorriso no rosto.

[rating:3.5]


Ficha Técnica

Elenco:
John Corbett
Nia Vardalos
Zoe Kazan
Judah Friedlander
Dan Finnerty
Ben Schwartz
Ronnie Kroell
Cheryl Cosenza
Amir Arison
Stephen Guarino
Rachel Dratch

Direção:
Nia Vardalos

Produção:
Madeleine Sherak
William Sherak
Jason Shuman

Fotografia:
Brian Pryzpek

Trilha Sonora:
Keith Power

 

7 Comments

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  • Rodrigo
    on

    Desculpe sr. Aldo, mas eu gostaria de receber o mesmo valor que o senhor recebeu para escrever tal crítica…
    Voce assistiu mesmo ao filme? Achou mesmo engracado o get on tapas? Achou alguma piada engracada?
    Caramba! Anuncie em algum post a que horas aconteceu a graca (exemplo : em 1h11min42seg do filme, etc…) , pois nao so eu como muita gente ainda procura a graca no filme!
    Ate a minha namorada, que adora filmes bobos, romanticos e melosos, detestou este filme!!

  • saullo
    on

    filme sem graça, coadjuvantes forçados, protagonistas pessimos (um bobao “virgem” de meia idade e uma loira com um sorriso mais falso q nota de 3 reais), uma historia tosca (queria saber quanto tempo ela ficou sem sexo, já q a regra era “permanecer de pernas fechadas” nos cinco encontros…), totalmente previsivel, nada de novo acontece.
    conselho de amigo…nem download faça…pq ele nao presta nem de graça.

  • peteka
    on

    adorei o filme. quem disse que sua opinião vale alguma coisa?

  • saullo
    on

    vale tanto quanto a sua.

    =)

  • Paulo
    on

    Adorei. Muito engraçado.

  • Thiago
    on

    Ofilme não é o melhor do mundo….mas tem partes hilarias….

    bem…acho que para quem não gostou de nada do filme é porque pensou que ia ter mais que algumas piadas….ai eu aconselho a alugar ou comprar um filme mais…”adulto”….

    os atores principais são otimos….ela principalmente…infelizmente ela ainda não superou Casamento Grego….mas mesmo assim filme vale a pena.

    Abraços….

    Assistam “A proposta”……esse sim é OTIMOOOOOOOOOOOOOOOOOOO

  • Clayton
    on

    Ê quanta polêmica, que bom. Realmente pra mim não é um dos tops, mas passar em branco este filme não passa. Os protagonistas já estão bem sintonizados e embora esteriotipados os coadjuvantes funcionam. “Get on Tapas”, o trocadilho com o nome em si, não é a melhor piada do filme, mas a cara que todo mundo faz ao ouvir o nome é hilária… E a conta se ocorreram quatro ou cinco encontros também é divertida. Mas o meu maior “porém” é a própria Nia Vardalos, parecendo sentada sobre o sucesso de “Casamento Grego”, ela atua no automático caricata até o ato em que Corbett não telefona para marcar o quinto encontro, daí em diante sim, temos uma atriz no filme senhoras e senhores. O filme também presta uma homenagem justa aos floristas que não em raras vezes nos salvam de uma discussão com a patroa.

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