Sublime (EUA, 2007)

Genre :

[youtube 4jQ-tC801-c]

Produção paupérrima pra TV que também mistura realidade e ilusão e se dá mal. Depois de uma cirurgia, homem acorda num quarto de hospital e coisas estranhas começam a acontecer.

Forte candidato a passar no Supercine, reconhecido por filmes que tentar ter um conteúdo sexual mais atraente, mas são ocos como um ovo da Páscoa. Não é preciso pensar muito para um cinéfilo descobrir o final somente lendo a sinopse na capa do DVD. Mas é bom nem se dar a esse trabalho.

Nota 1


Ficha Técnica

Elenco:
Thomas Cavanagh

Direção:
Tony Krantz

 

7 Comments

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  • josé geraldo
    on

    EU QUERIA SABER, POR QUE QUEM FEZ A CRÍTICA DO FILME SUBLIME (EUA 2007) NÃO A ASSINOU… ACHO QUE O FILME FOI ALÉM DO QUE ELE CONSEGUIU ENTENDER… E ELE DISSE QUE O FILME É OCO… CHEGA A SER ENGRAÇADO ESSE COMENTÁRIO…
    O FILME É ÓTIMO, PROFUNDO, FAZ A GENTE REFLETIR SOBRE O COMA, EUTANÁSIA…
    MUITO COMPLICADO PARA ALGUMAS PESSOAS ENTENDEREM MESMO…
    PRA ESSAS PESSOAS, ACONSELHO ASSISTIREM A FILMES DO VAN DAME, CHUCK NORRIS, E AQUELES FILMES QUE PASSAM NO DOMINGO MAIOR, ESSES VCS DEVEM ENTENDER, E GOSTAR!

  • Vertigo
    on

    Muito 10!!!! Fiquei apavoradão já com 20 minutos de filme!
    O final, é um tanto quanto previsível a partir do meio, mas não deixa a desejar.
    É um dos que entram na minha lista dos 10 melhorezinhos de terror que assistí no ano…
    Uma pena não ser compreendido por qualquer um… a crítica acima é tosca, superficial, parece copiada de algum bloguinho por aí.
    Imagina se o cara que escreveu assistisse um filme de Lynch? Diría que é um filme para dementes? Vai pro cinema, ou pra locadora, meu colega, e tire suas próprias conclusões.

  • Aldo Alves
    on

    Vertigo,
    Você pode ser de grande contribuição pro site se moderar seu linguajar. Quanto ao seu mal escrito comentário:
    1. Não proíbo ninguém de ir ao cinema ou na locadora. Pelo contrário, em qualquer resenha é interessante que os fãs de gênero (como você) possam tirar suas conclusões. Você nem precisava dar esse, digamos, conselho aos usuários.
    2. Uma das regras do crítico (como conseqüência do primeiro pronto) é que há sempre uma parcela de subjetividade em toda resenha. Por pouco você não me faz uma ofensa direta (já que a indireto está explícita). Então minha dica: saiba discordar e escreva melhor.
    3. Você parece fã do David Lynch (vi outras menções dele no seu blog). Satisfazendo sua possível curiosidade, gostei muito de alguns filmes dele, porém achei ruim outros. É normal quando se é um crítico não ser um fã cego da maioria dos cineastas para não prejudicar a análise.
    4. Pelo seu blog, entendi muito das suas opiniões de gostar de determinados filmes e da maneira tosca como escreve. Sem problemas por aqui contanto que você respeite que escreve e administra o blog e que você lembre que as suas opinições são somente suas.

    • Ricardo
      on

      Cala boca seus mimimimimi

  • Francine
    on

    Realmente, Aldo, sua crítica foi super cítrica!!!
    Eu entendo os dois comentários anteriores porque, independente da qualidade da produção (que já me fez duvidar desde o princípio), o filme aborda um tema interessante. Assim como você disse que as críticas devem conter um pouco de subjetividade, acredito que este filme também contenha este elemento. E é interessante que você, como crítico, não detone o filme, para que pessoas dotadas de baixa capacidade de raciocínio possam se interessar, assistir e alimentar seus cérebros com algo além de porradas, balas, etc.
    Agora eu vi em algum lugar que este era um filme de terror…rsrsrs… num chega a tanto… tem um certo suspense no início mas depois fica super previsível. É interessante um produção americana ter estas características de cinema europeu… total previsibilidade, porém capacidade de gerar reflexões internas…
    Bom blog! Já está no Favoritos…

  • lucas
    on

    eh um dos piores filmes que ja vi na minha vida, ruim, triste, deprimente, sem noçao, mentiroso, nojento, horrivel, ruim, pessimo

  • Cristiano
    on

    Pra espectador maduro, que não é atraído pela sinopse. Protagonista comum diante do que é e o que não é importante na vida. Além disso, original e fascinante investigação sobre a consciência e o onírico.

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