Amigos, Amigos, Mulheres à Parte (“My Best Friend’s Girl”, EUA, 2008) ***NOS CINEMAS***

Genre :

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Pegue um punhado de boas piadas. Agora jogue num caldeirão com um roteiro mequetrefe. Acrescente um dos atores mais canastrões da atualidade. Tem-se então um desperdício de uma ótima idéia. Dane Cook é o cara mais chato do mundo e quase estragou outro filme promissor, “Maldita Sorte”. Aqui ele estraga tudo mais uma vez como um cara bem vagabundo cuja principal ocupação estragar encontros com as mulheres para que estas voltem arrependidas a seus ex-namorados os quais o contrataram. Quando seu colega de quarto (Jason Biggs de “American Pie” há alguns anos rebaixado a coadjuvante cômico) contrata seis serviços, ele acaba se apaixonando por uma Kate Hudson (“Um Amor de Tesouro“) na pior atuação de sua vida.

O roteiro consegue ser tão ruim que chega a ser impossível acreditar no final dado aos personagens. E olha que algumas piadas fazem o público rir de verdade. Como o casal de protagonistas consegue se apaixonar é um mistério maior do que os mais difíceis casos de Sherlock Holmes. E o que dizer da súbita mudança de atitude do personagem de Biggs no final? Não dá pra engolir.

Pra piorar, parece que essa bomba foi patrocinada pela indústria do tabaco já que a maioria de seus personagens, principalmente Cook, fuma, e muito. Só isso pra coroar uma comédia que já nasceu com câncer.

[rating:1]


Ficha Técnica

Elenco:
Dane Cook
Kate Hudson
Alec Baldwin
Jason Biggs
Diora Baird
Lizzy Caplan

Direção:
Howard Deutch

Produção:
Guymon Cassady
Dane Cook
Adam Herz
Doug Johnson
Barry Katz
Gregory Lessans
Josh Shader
Brian Volk-Weiss

Fotografia:
Jack N. Green

Trilha Sonora:
John Debney

 

5 Comments

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  • RODOLFO MARQUES
    on

    Dane Cook como Dane Cook; Jason Biggs com o eterno Jason “American Pie” Biggs; e Kate Hudson como… Goldie Hans trinta anos depois: que resultado tal combinação pode ter? Independentemente do roteiro, terá que ser uma comédia. E é o que vemos em “My best friend´s girl” – traduzido, no Brasil como “Amigos, amigos; mulheres à parte” (em mais uma tradução equivocada).

    O filme pareceu longo demais (1h41) para um desenlace prenunciado nos 10 primeiros minutos de película. O amigo apaixonado, a loura gostosa e o cafajeste interagiram em diálogos comuns e com excessos de palavrões, em que a sensibilidade não ocupou qualquer tipo de papel especial.

    A despeito desse aparente caos, algumas piadas interessantes e uma presença marcante do gordo e envelhecido e Alec Baldwin. Na pele do pai do personagem de Cook, o Sr. Turner traz algumas pérolas de um cafajeste como: “será que eu sou o melhor que ela pode ter?” e “a verdade é libertadora… mas antes você fica p. com isso”.

    Realmente, momentos de riso são comuns e interessante no filme, mas se trata de mais uma obra dispensável na temporada 2008. Como entretenimento, é uma boa sugestão. Mas não queira nada mais do que isso.

    Nota: 5.

    Rodolfo Marques

    Professor e Publicitário

  • Rosana
    on

    Ninguém merece um filme tão ruim! Só não pedi meu dinheiro de volta por que não me dariam. Fui ver pela Kate Hudson, mas a atuação dela tá pior do que a da Meg Ryan nesses últimos filmes. Um filme machista e de extremo mau-gosto. Roteiro, que roteiro? Não vi nenhum. E o tal do Dane Cook, nunca mais quero ver filme com ele . E o Alec Baldwin deveria fazer como Greta Garbo e se esconder o mundo, tá muito ridículo. Me deu raiva no fim, de tanta babaquice junta.

  • saullo
    on

    cara, como vc falou, esse tal de Dane Cook eu nao sei nao, ainda nao entendi comé q esse mané consegue papeis até bons assim. mermao, q cara culhao de chato!! é sem graça, força a barra p carai, e o impossivel do filme já fica só na ideia de alguém se apaixonar por aquilo.

    agora indo p filme, nao entendi pq a mina gostou dele, tipo…ela só gostou dele, ficou apaixonada, só pq ele nao quis dar uma logo na primeira noite?

    outra coisa, ninguém volta com o namorado filádaputa só pq o cara q ela ficou é mais babaca ainda. no minimo a mina arruma um terceiro.

    bom…já escrevi até demais aqui sobre esse filme ruim, e ele nao vale meus minutos, mas vou falar sobre um momento engraçado, o unico q consegui rir, a cena da sobrancelha raspada uahsuahsuahsuahsuahsuahsu, ali eu ri, e depois quando ele pintou aushaushaushaushauhsauhsuasuas, mas eu acho q ri mais dessa cena pq lembrei de um amigo meu, aconteceu a mesma coisa com ele, galera em veraneio raspou a sobrancelha dele enquanto ele dormia e depois ele teve q pintar uahusahsuahusahsuahuahs XD

  • Dinammite
    on

    Hei, pessoal, vcs são péssimos pra fazer crítica!!!Não passou em nenhum momento na cabeça oca de vcs q mulheres curtem canalhas nem q sejam pra dar umas fodas, essa é a principal função deles, e q os homens bonzinhos bancando o amiguinho prestativo só se dão mal????
    .
    Não passou na cabeça oca de vcs q o Dustin só se dava mal porque acreditava absurdamente no Mito do Amor Romântico????E q uma as maiores cagadas é se declarar pra mulher q vc ama porque vc acaba com a emoção da conquisa q a mulher tanto gosta???
    .
    Sim, isso mesmo!!!Qdo a mulher percebe q facilmente conquistou o homem, ela se desinteressa por ele!!!
    .
    A Alexis gostou do Tank porque ele era autoconfiante, não ficava bancando o cara legal pra agradar e transou com ela sem se apegar sentimentalmente, pelo menos no início.
    .
    Esse filme apesar de algumas falhas, é genial porque ele mostra a realidade dos relacionamentos atualmente!!!

  • Felipe
    on

    Nunca li uma crítica tão sem base como essa e as que li acima.
    O filme é totalmente verdadeiro e mostra a realidade dos relacionamentos e do pensamento atual das mulheres modernas. Quem não gostou do filme é pq ainda está dormindo e acredita ainda em coisas como paixão, destino e alma gêmeas. O filme destroí essas idéias e mostra a realidade. O filme é uma comédia super engraçada (não recomendada pra puritanos que odeiam palavrões), mas também é um tapa na cara de homens beta e ômegas que acreditam que sendo bonzihos, românticos conseguiram achar ou manter uma mulher fiel e apaixonada. O filme é o contrário dos filmes românticos onde o bonzinho e romântico se dá bem e o cafajeste se dá mal no final, assim ele é mais fiel a realidade atual, onde as mulheres mordentes e “independentes” querem curtir o máximo na vida e depois encontrar um macho beta pra casar.

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