Em Nome do Rei (“In the Name of the King: A Dungeon Siege Tale”, EUA, 2008)

Genre :

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Assistir dois filmes do Uwe Boll em uma semana é tortura demais (o outro foi “Seed“). Mesmo sentindo-me enganado, o consolo é que pra fazer uma quase super produção de araque, Boll enganou mais ainda os estúdios que fizeram o impropério de dar dinheiro pra este louco, o qual deve ter prometido um novo “Senhor dos Anéis“. Também enganou artistas de nome para participarem dessa barca furada.

Fala sobre um fazendeiro, interpretado por Jason Stathan que, por sinal, tem as mesmas habilidades incríveis de seu personagem em “Carga Explosiva“. Depois de um ataque de krugs (caras com aquelas fantasias de monstros do Jaspion) em que matam seu filho e seqüestram sua esposa (a sempre bela Claire Forlaine de “Encontro Marcado”), sai em busca do mago vilão (Ray Liotta de “A Última Cartada“) para libertar sua mulher e o reino.

Com um roteiro sem pé nem cabeça, tem o maior número de mortes desnecessárias já vista, onde se usa uma estupidez quase suicida dos personagens, como a morte do mago do bem (John Rhys-Davies, o anão Gimli de “Senhor dos Anéis“) e a do melhor amigo do protagonista (Ron Perlman, o próprio “Hellboy“). Fora o fato do roteiro simplesmente esquecer ou descartar alguns personagens fazendo o espectador perguntar que diabos aconteceu com ele. É o caso do sobrinho do rei (o Salsicha Matthew Lillard de “Scooby Doo“) ou da princesa da selva (Kristanna Loken de “Exterminador do Futuro 3“).

As batalhas são tão mal planejadas que um exército de centenas de homens entram na selva e lá se transformam em 50 camponeses, sendo que no meio da luta parece que só há os três ou quatro personagens principais lutando contra os krugs. E tudo em quase duas horas de filme. A sensação de alívio após o final é indescritível.

[rating:1]


Ficha Técnica

Elenco:
Jason Statham
John Rhys-Davies
Ray Liotta
Matthew Lillard
Leelee Sobieski
Burt Reynolds
Ron Perlman
Claire Forlani
Kristanna Loken

Direção:
Uwe Boll

Produção:
Dan Clarke
Shawn Williamson

Fotografia:
Mathias Neumann

Trilha Sonora:
Jessica de Rooij
Henning Lohner

 

1 Comment

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  • saullo
    on

    filme ridiculo mesmo!!

    so faltou o comentario sobre a musica de fundo, q mais parece aquelas chamadas de aeroporto.

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