Viagem ao Centro da Terra – O Filme (“Journey to the Center of the Earth”, EUA, 2008) ***NOS CINEMAS***

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Típica aventura infanto-juvenil turbinada pelo que há de (quase) melhor em efeitos especiais. Foi feita originalmente para suportar a tecnologia 3D (lembram dos óculos?), porém muitas cópias para cinema não vieram com formato 3D.

Livremente inspirado no livro homônimo de Julio Verne, o filme traz Brendan Fraser como um professor meio atrapalhado que, seguindo os passos do irmão desaparecido, vai com seu sobrinho e uma guia para uma região na Islândia onde há uma probabilidade de se encontrar uma fenda vulcânica, a qual pode dar no centro da Terra. O resto todo mundo sabe como vai acontecer, certo?

Fraser encarna um intermediário entre o aventureiro mais sério como em “A Múmia” e o completo pateta de “George da Floresta“. Infestado de clichês para a garotada, tá na cara que em breve a produção sairá em vídeo game, já que a trama é praticamente composta de fases com obstáculos (fugir do dinossauro, abater os peixes carnívoros, passar pelas pedras magnéticas, andar no trilho da mina, etc). Feito para atingir o pré-adolescente, talvez os menos exigentes possam achá-lo um divertimento rasteiro mas que cumpre sua missão, sendo esquecido logo no outro dia.

[rating:2.5]


Ficha Técnica

Elenco:
Brendan Fraser
Josh Hutcherson
Anita Briem

Direção:
Eric Brevig

Produção:
Beau Flynn
Cary Granat
Charlotte Huggins

Fotografia:
Chuck Shuman

Trilha Sonora:
Andrew Lockington

 

1 Comment

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  • Passageirodealgumtrem
    on

    Concordo com sua resenha, mas achei por demais infantil o roteiro do filme, esperava algo mais maduro, bem articulado, sem tantos absurdos… tudo bem, é um filme para adolescentes, mas os adolescentes de hoje em dia não suportam fatos e cenas que desafiam o bom senso, a física e a própria ciência natural que aprendemos no ensino fundamental. É fantasia, mas o diretor insiste em tentar explicar insatisfatoriamente uma razão para tudo.
    No fim, fiquei com a impressão de estar assistindo um filme tão débil quanto a primeira parte das Crônicas de Nárnia, outra produção excessivamente infantilóide, mas que pelo menos, foi feita com esse intuito.

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